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MUDANÇA DE PARADIGMA NA JUDICATURA: DO ISOLAMENTO AO EXERCÍCIO DA LIDERANÇA PDF Imprimir E-mail

Por Graziella Casaril Tonial

 

O Judiciário, em sua tarefa administrativa, rege-se pelos princípios constitucionais previstos no art. 37, caput, CRFB, dentre eles o da eficiência. Ainda, o tema vem ao encontro do direito fundamental à razoável duração do processo, na medida em que essa garantia poderá ser mais facilmente implementada enquanto resultado de uma boa gestão judiciária. Nesse contexto, o trabalho trata da questão atinente à mudança de paradigma no âmbito da gestão das organizações e, por conseqüência, também no Poder Judiciário. Analisam-se alguns conceitos da Ciência da Administração - a qual mudou seu paradigma, passando de um modelo mecanicístico, burocrático, para um modelo orgânico, dinâmico e flexível – e perquire-se o modo de aplicação na gestão pública, em especial no Poder Judiciário. Assim, a atividade-meio será mais eficiente nos procedimentos e eficaz na obtenção de resultados. Dessa maneira, o paradigma do juiz encastelado, isolado, não mais se coaduna com a realidade, demandando a implementação de um modelo de gestão em que o magistrado tenha uma postura de liderança, trabalhando com o ativo intangível da força de trabalho, a fim de obter o comprometimento dos servidores com a missão do Judiciário.

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